A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 181/2015, atualmente debatida pela Câmara dos Deputados, se aprovada, representará um grande avanço no campo do acolhimento e assistência à famílias com bebês prematuros.

A emenda propõe estender o tempo de licença-maternidade para mães de bebês prematuros, acrescentando ao período de 120 dias o tempo de internação do bebê até a alta hospitalar. A PEC limita, no entanto, o tempo total do benefício a 240 dias.

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Nascem no Brasil por volta de 340 mil crianças prematuras por ano.

“Do jeito que a legislação está hoje, a mãe tem os 120 dias de praxe. Então, se o bebê nasce com 400, 500 gramas, idade gestacional de 22 ou 23 semanas, que é a metade da gestação, a licença já começa a ser contada. Mas alguns bebês passam cinco, seis meses internados. Então, quando termina a licença, as mães que optam por cuidar do filho acabam saindo do mercado de trabalho.", disse Denise Suguitani, nutricionista e fundadora da Associação Brasileira da Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros à Agência Brasil.

Dados do Ministério da Saúde apontam que anualmente nascem no Brasil por volta de 340 mil crianças prematuras -é considerado um bebê prematuro aquele que nasce com menos de 37 semanas de gestação - número que representa 12,4% do total de nascidos vivos no país.

Com informações de Agência Brasil.

Cachorro adotado é só amor com bebê prematura da família