Se, de um lado, as crianças adoram balas, bolachas, salgadinhos e demais produtos industrializados ofertados pelas marcas como “boas opções para o lanche das crianças”, de outro, sabe-se que esses produtos industrializados e ricos em açúcares e gorduras são apontados como uma das principais causas da obesidade infantil.

Então, que outras opções de snacks saudáveis as famílias podem oferecer aos seus filhos, além dos lanches industrializados, e como fazer com que as crianças adquiram o hábito de consumi-los?

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 Como fazer com que as crianças adquiram o hábito de consumi-los?

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que um dos principais componentes da formação do hábito alimentar da criança é o exemplo que recebe dos adultos com quem convive. Então, o primeiro passo para que a criança queira consumir snacks saudáveis é que esse consumo faça parte da alimentação da casa.

A Amil apoia a luta contra a obesidade infantil e quer inspirar famílias a nutrirem hábitos alimentares mais saudáveis. Inspire-se com o vídeo “Amores Reais”:

Há diversas opções de snacks saudáveis que podem ser ofertadas às crianças pequenas para substituir a junk-food. Os leitores do Catraquinha compartilharam algumas dicas com base em alimentos que seus filhos gostam:

Meu bebê de 1 ano e 3 meses come de tudo, mas os snacks preferidos são goji berry, bolacha de arroz, uva-passa, tomate-cereja e mix de castanha”, Juliana Hayek.

Minha filha tem 6 anos e tem alimentação saudável. Quando faço a lancheira dela e coloco sementes (de abóbora, de girasso), pistache, amêndoa, nozes, ela diz pra colocar três vezes mais por que os amigos vêm comer com ela”, Elienai da Rocha Leme.

De snack, eles gostam de cenourinha baby, castanhas e muffins integrais de banana que faço em casa. Também gostam de waffles caseiros, integrais e com suco de laranja e aveia”, Daniele Coelho.

Minha pequena de 5 anos quase não come carne, mas adora frutas frescas e castanhas. Também curte chá e biscoitos integrais”, Cristina Serato.

Snacks são ótimas opções para a lancheira dos pequenos e também para os momentos em que bate aquela fome em viagens e passeios. Atualmente, além das frutas e castanhas, há também produtos mais naturais, vendidos com a chancela de cool, que, além de muito gostosos para as crianças, podem ser uma opção prática de alimentação.

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 É preciso ficar atento aos componentes nutricionais desses produtos

Apesar disso, é preciso ficar atento aos componentes nutricionais desses produtos. “Precisamos tomar muito cuidado com o que as embalagens chamam de light ou fit. Muitas vezes, um snack até tem menos gordura, mas a quantidade de sódio é maior que a da versão tradicional e pode ser ainda pior para saúde”, alerta Cecilia Cury, advogada e doutora em Direito Constitucional pela PUC de São Paulo e especialista em rotulagem de alergênicos em alimentos.

De acordo com ela, que também é ativista pela transparência e objetividade de informações relativas à composição dos alimentos industrializados, a principal dica para ter certeza de que se está adquirindo um produto realmente saudável é apostar em produtos com listas de ingredientes mais enxutas e compreensíveis.

“Os açúcares ficam tão mascarados que melhor mesmo seria que houvesse uma lei obrigando a traduzir os variados nomes para que pudéssemos entender. Até que isso aconteça, o ideal seria a gente só comprar produtos que sejam feitos com ingredientes que a gente consegue identificar um similar na prateleira de nossa casa!”, finaliza.

Obesidade infantil não!

O Catraquinha e a Amil uniram-se para falar sobre as causas, consequências e possibilidades de enfrentamento da obesidade infantil. A partir de uma série de conteúdos sobre o tema, vamos refletir sobre os diversos aspectos – sociais e familiares – que influenciam a construção de referenciais da criança e que impactam diretamente na sua saúde.

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