O tempo de ficar com os filhos é assim: imprevisível. É praticamente impossível estar no controle de tudo que os pequenos farão. E foi nessa situação que o professor e historiador de cinema Daniel Smith-Rowsey se viu durante uma entrevista para  em directo para a televisão Al-Jazira nesta segunda-feira.

Ele falava sobre os Globos de Ouro e o contexto de violência de gênero que norteou o evento quando foi interrompido pelo filho de cinco anos.

“É o meu filho, desculpem-me” explicou. “Ele quer fazer parte disto”. Sohail Rahman, o jornalista que conduzia a emissão, tranquilizou o pai rapidamente: “Ele pode aparecer, não há problema, Daniel. Ficamos contentes por ter jovens no programa”.

Recentemente o jornalismo teve um episódio semelhante.Em março os filhos de um especialista em política coreana da BBC interromperam uma transmissão.

Neste segundo caso, o pequeno chegou a interagir com o pai. Ele respondeu às perguntas e continuo ao lado de seu cuidador, pendurando-se nos seus ombros, acenando ou passeando o carrinho de brincar pelos ombros do entrevistado.

No final de uma resposta, Daniel Smith-Rowsey pergunta ao filho: “Não é verdade, meu pequeno filho?”. "Sim!", respondeu o filho, com entusiasmo.

Depois, ele explicou ter se sentido culpado por não ter trancado a porta. A declaração foi publicada no programa Today da norte-americana NBC. "Nesse momento tentei tirar o melhor daquilo que parecia ser uma situação constrangedora”, explicou.

Al-Jazira nomeou o vídeo como  "nosso momento BBC" e emissora internacional de televisão do Qatar assumiu que teve uma “participação especial” no programa e afirmou ter ficado contente com a participação do “miúdo adorável” de Rowsey.

“Obrigado, Al-Jazira. A mãe dele e eu também achamos o nosso querubim adorável”, escreveu Smith-Rowsey no Twitter.

O vídeo soma mais de 27 mil visualizações. Assista você também, é fofo. Clique aqui para ler a notícia completa no UOL.

Leia mais

Voltei da licença, e agora? Como empresas acolhem mães e pais

Humanização: médica interrompe seu próprio parto e ajuda paciente

Pais espanhóis querem mais tempo com filhos e cobram escolas